Pet Shop Faby Byl

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Em nossa loja você encontra uma grande variedade de produtos e dispões dos mais diversos serviços voltados ao bem estar e a estética do seu animal.

BANHO

TOSA

TOSA HIGIENICA

HIDRATAÇÃO

CORTE DE UNHAS

APLICAÇÃO DE VACINAS

*TAXI DOG (TRANSPORTE, ENTREGA E RETIRADA DE ANIMAIS E PRODUTOS)

* Cobramos taxa mínima para serviços de Taxi-Dog na região.

Informação

LEI - ANIMAIS

31/01/2016 10:30
Legislação - Decreto lei N° 24.645, de julho de 1934   O Decreto Nº 24.645/34 prevê pena para todo aquele que incorrer em seu artigo 3º, item V, “abandonar animal doente, ferido, extenuado ou mutilado, bem como deixar de ministrar-lhe tudo que humanitariamente se lhe possa prover, inclusive...
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DICAS PARA CUIDADOS DE CÃES E GATOS

01/02/2016 00:00
Como cuidar de nossos bichinhos de estimação - Os cachorros e os gatos precisam ser vacinadosnos primeiros meses de vida com três doses consecutivas. Após essa etapa é necessáriofazer reforço anual dessas vacinas. - O cão e o gato precisam tomar antiparasitáriosduas vezes por ano, no mínimo. O...
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ANTES DA INJEÇÃO

Para dar aquela picadinha, o veterinário deve fazer um exame clínico para verificar se o pet está saudável e apto a receber a vacina, pois qualquer problema, como diarreia, febre, infecções, vermes, pulgas e carrapatos, tem de ser tratado antes da vacinação. Os animais devem ser vacinados desde pequenos – 45 a 60 dias de vida – para criar anticorpos contra vírus e bactérias que causam doenças graves e fatais, como a cinomose, enfermidade viral com sintomas gastrointestinais, respiratórios, neurológicos e cutâneos.“Filhotes recebem inicialmente três doses de vacina com intervalos entre 20 e 30 dias. Na última dose recebem a antirrábica”, explica Dinóla. Os mascotes com mais de quatro meses de idade devem receber anualmente a vacina antirrábica contra raiva, doença grave e sem cura manifestada por sinais neurológicos. Além das vacinas prioritárias, o veterinário pode indicar outras específicas, dependendo do histórico do bicho e da região onde vive. Em regiões mais susceptíveis à ocorrência da leptospirose (causada por diferentes bactérias e responsável por lesões e hemorragias nos rins e fígado), por exemplo, o animal precisa tomar o reforço contra a doença a cada seis meses. As principas vacinas são contra a giárdia (causada por parasita no intestino), a tosse dos canis (infecção respiratória aguda) e a leishmaniose visceral (doença grave transmitida pela picada do mosquito-palha).

QUAL A MAIS INDICADA?

Existem dois tipos de vacinas no mercado: as inativas, que são produzidas a partir do vírus morto, e as atenuadas ou modificadas, fabricadas com vírus vivos. As vacinas básicas são todas polivalentes, ou seja, protegem contra várias doenças. Para definir qual é a mais recomendada para o seu bichinho de estimação, o médico veterinário avalia aspectos variados como a idade do animal, seu histórico de saúde, a raça e grau de exposição a vírus e  bactérias, informação que está ligada ao cotidiano do pet.

As vacinas caninas são chamadas de V8, V10 e V11 e protegem os peludos contra as doenças: cinomose,coronavirose (transmitida por fezes contaminadas), hepatite infecciosa (doença viral com manifestação hepática e ocular), leptospirose, parvovirose (vírus que causa diarreia e vômito), além da influenza e do adenovírus, que são patologias virais do sistema respiratório. A principal diferença entre elas é que a V10 e a V11 contêm agentes protetores contra mais variações da leptospirose.

CUIDADOS DOS GATOS

A jornalista Gabriela Arbex tem três gatos Persas: Label, Petra e Baileys, todas com pouco mais de 1 ano de idade. Ela conta que segue a orientação da veterinária para manter a imunização dos felinos em dia.“Temos de ser responsáveis ao decidir ter um pet, pois muitas doenças podem ser evitadas”, diz. No entanto, a jornalista não é maioria, já que muitos donos de gatos acham que eles não precisam ser vacinados. Os felinos recebem inicialmente três doses da vacina polivalente (V3, V4 ou V5). A V3 protege os bichanos contra a panleucopenia (doença viral transmitida pelo contato com fezes e objetos contaminados), a calicivirose (infecção respiratória causada por vírus) e a rinotraqueíte (causa problemas respiratórios e alterações oculares). A V4 também previne a clamidiose, doença bacteriana causadora de lesões oculares. Já a V5, além das outras doenças, evita a leucemia viral felina (FeLV), sem cura e contraída pela saliva de animais contaminados. Além de todas essas doenças, gatos também devem ser imunizados contra a raiva,com reforço anual.

EFEITOS COLATERAIS

A designer Izilda Simões conta que sempre que Toddy, seu Chihuahua de 5 anos, é vacinado, fica amuado, quieto, perde o apetite e não come o dia inteiro. “Ele adora colo, mas nem disso quer saber, pois sente muita dor ao ser tocado.” O que Toddy sente são os efeitos colaterais mais comuns das vacinas, além da sonolência, febre e inchaço no local da aplicação. “Nos casos mais leves de dor, você pode fazer uma compressa de água quente. A prostraçãopassa em até dois dias. Mas se o animal tiver uma reação alérgica mais forte, é importante levá-lo ao veterinário”, destaca Thomas Faria Marzano, presidente da Sociedade Paulista de Medicina Veterinária. Além disso, ele observa que muitas pessoas têm medo de retornar ao consultório depois que os pets têm essas reações, o que é perigoso. “Alguns animais só adquirem a imunidade total quando recebem a terceira dose da vacina”, diz. Segundo Dinóla, um estudo feito na clínica veterinária da instituição de ensino mostrou que a incidência de reações adversas às vacinas é menor do que 1% e a frequência de efeitos graves é pequena. “O choque anafilático é o mais preocupante, pois o cão pode morrer se não for socorrido rapidamente”, alerta.

SUPERVACINAÇÃO X NOVOS PROTOCOLOS

A discussão sobre a vacinação excessiva vem sendo intensificada em todo o mundo. Veterinários temem o aumento do risco de reações adversas devido à exposição repetida dos pets a algumas substâncias e questionam os benefícios do reforço anual, já que muitas vacinas protegem por anos. Com isso, a Associação Mundial de Veterinários de Pequenos Animais (WSAVA) recomenda o reforço das vacinas essências a cada três anos. Porém, para o veterinário César Dinóla, existem limitações que dificultam a adoção das novas recomendações no Brasil, como a falta de produtos monovalentes e o pouco acesso a exames laboratoriais sorológicos, que avaliam a quantidade de anticorpos protetores nos animais.

ESTE TEXTO FOI ADAPTADO DO SITE: HTTP://REVISTAMEUPET.COM.BR/SAUDE/IMPORTANCIA-DA-VACINACAO-EM-CAES-E-GATOS/413/
Fonte: https://www.meuamigocao.org/vacina/

Manter a carteirinha de vacinação atualizada é fundamental para a saúde do seu pet. 

De acordo com as “Novas diretrizes vacinais para cães – uma abordagem técnica e ética”,  publicadas na revista científica Clínica Veterinária, a vacinação ainda é o método de proteção mais confiável e eficaz contra as doenças infecciosas que acometem os animais. Além disso, quanto mais cães e gatos forem vacinados, maior será a proteção geral, pois a imunizaçãoem massa produz o chamado “efeito rebanho.” “Imagine se conseguirmos vacinar 80% dapopulação. Aqueles 20% que não foram vacinados ficam protegidos porque estão no meio dos outros”, explica o médico veterinário César Dinóla, doutor em Microbiologia e um dos autores do documento.

ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL EM CADELAS E GATAS

 
O controle de natalidade em animais domésticos é um dos maiores desafios nos dias de hoje, especialmente nos grandes centros urbanos em função das populações de cães e gatos errantes.
O princípio ativo deste medicamento é o Acetato de Medroxiprogesterona e sua ação é retardar ou suprimir a fase de aceitação sexual dos animais além de incômodos como o sangramento das cadelas.
Os anticoncepcionais injetáveis foram muito utilizados na década de 80 e no início da década de 90. No entanto, há efeitos colaterais após estes tratamentos pré-dispondo as fêmeas a apresentar tumores de mama e infecções uterinas (metrites) em função do seu princípio ativo ser um hormônio (progesterona).
Há uma fase certa do ciclo do animal para se aplicar o anticoncepcional, pois caso contrário pode ocasionar mais problemas. Muitos aplicam a medicação quando o animal já está no cio o que é extremamente prejudicial. Além disso, é muito comum gatas prenhes receberem a medicação por seus donos não saberem que elas estão gestantes, levando os fetos à morte.
Em cadelas o correto é fazer a aplicação antes do estro (cio) esperado. Antes da aplicação deve-se determinar o estágio do ciclo, a partir do quadro clínico, anamnese e citologia vaginal (verificar exatamente as células que ali estão, comprovando a exata fase do ciclo estral em que encontra-se o animal).
Em gatas para um controle eficaz, o produto deve ser administrado 3 a 6 semanas depois do cio ou uma semana depois do desmame dos filhotes.
Enfím, o controle de natalidade pela ação de anticoncepcionais embora seja uma alternativa, deve ser evitada pelo possibilidade de doenças relacionadas após o seu uso.
 
Fonte;https://www.maedecachorro.com.br/2012/05/injecoes-e-comprimidos-contra-o-cio-para-cadelas-e-gatas-nao-use-jamais.html
Dr. Marcos Fernandes

Corte de unhas Cães e Gatos

O corte das unhas de cães e gatos não é excesso de cuidado. Muito além do aspecto estético, a manutenção evita que elas fiquem presas em tapetes, cortinas e até mesmo na roupa do dono. Se estão grandes demais, os bichos podem sofrer com encravamento, rachadura e sangramento e até alterar a postura, fazendo com que o animal evite o contato com o chão. Por isso, é necessário mantê-las bem aparadas, mas se o dono não quer depender do veterinário (e gastar!), é melhor tomar alguns cuidados antes de iniciar o serviço de “petcure” em casa, pois se cortar a veia que fica por dentro da unha o bicho vai sentir muita dor e sangrar bastante. Para deixar as “garras” do pet em dia, veja as dicas do médico veterinário integrado Ricardo Zanatta.

Desde pequeno

A rotina de cortar as unhas deve começar cedo, por volta dos 2 ou 3 meses. Para fazer com que os bichos se acostumem com o manuseio das patinhas você pode “fingir” que está cortando as unhas deles, quando ainda são bem novinhos.

Materiais

Alicates próprios para os cães e gatos estão disponíveis para compra em petshops ou lojas especializadas para animais, pois têm tamanho e também um formato específico que se ajustam melhor nas unhas dos animais.

Preparação

Comece observando a região entre os dedos, almofadinhas das patas e a base das unhas para checar o tamanho e se estão saudáveis, limpas e com o pelo desembaraçado. “Caso encontre ‘nós’, apare cuidadosamente com uma tesoura, também é recomendável aparar os pelos entre a almofadinha e ponta dos dedinhos”, explica Zanatta.

O ponto certo

Em cachorros com unhas brancas é fácil de ver claramente a cor rosada da “veia” o que irá facilitar para determinar o ponto certo em que você deverá cortar. Para o corte, posicione o alicate em um ângulo de 45º sempre mantendo um espaço para que você não corte a parte onde existem vasos sanguíneos. Em cachorros com unhas escuras, no entanto, não é tão fácil identificá-los. “Nesse caso corte um pedacinho bem pequeno, e retome o procedimento após uma semana, assim você ficará mais seguro”, ensina Zanatta.

Frequência

Cães e gatos que vivem em apartamento normalmente precisam cortar as unhas mais vezes do que os que passam boa parte do dia fora de casa. “Isso porque o cimento vai lixando naturalmente as unhas dos cães, sendo dispensável o corte com o alicate”, afirma Zanatta.

Felinos

Para cortar as unhas dos gatos é necessário ter tesouras especiais, por isso nem tente usar o objeto que você manuseia para os afazeres domésticos. Isso pode causar problemas para o seu gato e também para o dono. “É recomendado pedir ajuda de um veterinário na primeira vez, depois a manutenção pode ser feita em casa”, observa Zanatt. Ainda, no caso dos felinos, é recomendável comprar objetos específicos para que eles arranhem as unhas, caso contrário, eles estragarão cortinas e mobílias.

Fonte: https://www.gazetadopovo.com.br/viver-bem/animal/cuidados-na-hora-de-fazer-o-petcure-em-casa/

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